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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024 às 10:46 GMT+0

Fundo Amazônia em ascensão: R$ 726 milhões em 2023 e projeção de R$ 3,1 bilhões

O Fundo Amazônia, criado em 2008 com o propósito de financiar medidas para reduzir emissões de desmatamento e degradação florestal, recebeu expressivos R$ 726 milhões em doações em 2023, marcando o maior montante desde 2009. A relevância desse crescimento reside na retomada das contribuições, após quatro anos de estagnação durante o governo Jair Bolsonaro, evidenciando um retorno significativo ao apoio internacional à preservação ambiental na região amazônica.

Importâncias e Relevâncias:

  • Retomada de Doações: Após um período de quatro anos sem contribuições, o Fundo Amazônia registrou uma revitalização no apoio financeiro, indicando um compromisso renovado com a conservação ambiental.
  • Expressiva Arrecadação: O montante de R$ 726 milhões é o segundo maior desde a criação do fundo, ficando apenas atrás dos R$ 1,9 bilhão recebidos em seu lançamento, em 2008.
  • Diversidade de Doadores: A diretora socioambiental do BNDES, Tereza Campello, ressaltou a diversidade de países que contribuíram para o fundo, demonstrando um engajamento internacional abrangente na proteção da Amazônia.
  • Projeção para o Futuro: Com a expectativa de mais R$ 3,1 bilhões em negociação, provenientes de países como Estados Unidos, Noruega, Reino Unido, União Europeia e Dinamarca, o Fundo Amazônia está prestes a receber um aporte significativo, impulsionando ainda mais suas atividades.

Doações Recebidas em 2023:

PaísMontante Recebido (R$)
Reino Unido497 milhões
Alemanha186 milhões
Suíça28 milhões
Estados Unidos15 milhões

Doações em Negociação:

PaísMontante Projetado (R$)
Estados Unidos2,4 bilhões
Noruega245 milhões
Reino Unido218 milhões
União Europeia107 milhões
Dinamarca107 milhões

O Fundo Amazônia, ao receber R$ 726 milhões em 2023 e com a perspectiva de captar mais R$ 3,1 bilhões, evidencia um momento crucial para a preservação da Amazônia. A diversidade de doadores e a retomada de doações após anos de estagnação sinalizam um renovado compromisso global na proteção do maior bioma do planeta. Esses recursos são essenciais para financiar medidas eficazes contra o desmatamento e a degradação florestal, contribuindo para a sustentabilidade ambiental e o equilíbrio climático.

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