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terça-feira, 18 de março de 2025 às 13:06 GMT+0

Branca de neve da Disney: Polêmicas, críticas e expectativas do novo live-action - Confira de forma resumida

O novo filme live-action da Disney, Branca De Neve, está gerando muita discussão. Com estreia marcada para 20 de março no Brasil, a produção promete trazer uma versão moderna da clássica história de 1937. No entanto, desde o anúncio, o filme tem sido alvo de várias polêmicas, que vão desde críticas ao roteiro até divergências políticas entre as atrizes principais. Vamos explorar esses pontos de forma resumida, para que você entenda tudo o que está acontecendo com essa nova adaptação.

Por que não houve tapete vermelho na estreia?

A Disney decidiu não realizar uma grande cerimônia de estreia para Branca De Neve, optando por uma pequena celebração privada. Segundo Martin Klebba, ator que interpreta o anão Zangado, a ideia era evitar que as polêmicas em torno do filme tirassem o foco da mensagem da história. A produção quer modernizar o conto clássico, mas enfrentou críticas desde o início, especialmente em relação ao roteiro e à representação dos personagens.

Rachel Zegler e as críticas ao roteiro original

Rachel Zegler, a atriz escolhida para viver Branca De Neve, foi uma das principais fontes de controvérsia. Além de ser criticada por sua origem latina (já que a personagem original é europeia), Zegler chamou a atenção por suas declarações sobre a história clássica. Ela afirmou que o conto é “antiquado” e que o príncipe “perseguia” a protagonista.

Na nova versão, Branca De Neve será retratada como uma líder forte e independente, que não precisa ser salva por um príncipe. Essas mudanças agradaram alguns fãs, mas também geraram críticas de grupos conservadores, que acusam a Disney de “destruir” histórias clássicas com agendas progressistas.

A polêmica da escalação dos anões

A representação dos anões também virou tema de debate. Peter Dinklage, ator com nanismo conhecido por Game Of Thrones, criticou a Disney por perpetuar estereótipos ao retratar pessoas com nanismo vivendo em uma caverna.

Em resposta, a Disney afirmou que os personagens seriam chamados de “criaturas mágicas” para evitar estereótipos. No entanto, a decisão de usar computação gráfica para substituir atores com nanismo gerou desconforto em parte da comunidade, que viu nisso uma exclusão de oportunidades para pessoas com essa condição.

Divergências políticas entre as protagonistas

As atrizes principais do filme, Rachel Zegler e Gal Gadot, trouxeram ainda mais polêmicas devido a seus posicionamentos políticos opostos. Zegler expressou apoio à Palestina em suas redes sociais, um tema sensível nos Estados Unidos. Já Gal Gadot, que interpreta a Rainha Má, demonstrou apoio irrestrito a Israel, criando um contraste político entre as duas.

Além disso, Zegler provocou polêmica ao criticar os eleitores de Donald Trump, dizendo que gostaria que eles “nunca conhecessem a paz”. Ela se desculpou posteriormente, mas o estrago já estava feito, e muitos sugeriram boicotar o filme.

Primeiras impressões e expectativas de bilheteria

Apesar de todas as polêmicas, as primeiras críticas profissionais ao filme têm sido positivas, destacando especialmente a atuação de Rachel Zegler. Analistas sugerem que as controvérsias podem não afetar significativamente o desempenho financeiro do filme, já que muitas delas estão confinadas a bolhas das redes sociais.

A expectativa é que Branca De Neve estreie com pelo menos US$ 50 milhões nos Estados Unidos, consolidando-se como um dos principais lançamentos de março. No entanto, ainda é cedo para saber se o filme conseguirá superar as expectativas e se firmar como um sucesso de bilheteria.

Um filme que divide opiniões

O novo Branca De Neve da Disney é um exemplo de como adaptações modernas de clássicos podem gerar debates intensos sobre representação, inclusão e política. As polêmicas em torno do filme mostram que a Disney está tentando equilibrar tradição e modernidade, mas nem todos estão satisfeitos com as mudanças.

Por um lado, o filme busca refletir os valores de uma nova geração, com uma protagonista forte e independente. Por outro, as críticas mostram que ainda há resistência a mudanças em histórias tão queridas pelo público. Resta esperar para ver se o filme conseguirá conquistar o público e superar as expectativas, ou se as polêmicas deixarão uma marca duradoura em sua recepção.

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